Apresentando os Números

Fazia algum tempo que desejava apresentar os números oficialmente ao Tatá, obviamente que isso aconteceria na junção de conhecimentos com brincadeiras.

Tintas Comestíveis

Tintas comestíveis são sempre uma boa pedida para momentos de diversão garantida, com a possibilidade de trabalhar texturas, cores, coordenação motora, sensibilidade, equilíbrio...

Apresentando os Números

Fazia algum tempo que desejava apresentar os números oficialmente ao Tatá, obviamente que isso aconteceria na junção de conhecimentos com brincadeiras.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Pista com educação de trânsito.

O Tatá anda de amores com seus carrinhos, já fiz algumas pistas para ele em casa, mas nada que fosse muito elaborado, só coisas rápidas para que pudesse brincar com o papai um pouco antes do banho noturno.

Mas eu estava sentindo a necessidade de brincar com mais intensidade e com certos objetivos envolvidos.


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Passeando pela web vi uma pista bem simples feita com uma boia de piscina. Providenciei uma bem baratinha (menos que um sorvete!), cortei-a no meio e esculpi com uma faca a curvatura necessária. Uma caixa de papelão serviu como uma espécie de túnel e passarela. Mas nem tinha terminado e o Tatá já estava brincando feito louco. Nessa noite o baby demorou para dormir, queria saber apenas de brincar na sua mais nova pista.

 


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No dia seguinte saiu correndo da cama para ir direto no mais novo brinquedo. E claro que queria me ajudar a montar tudo.
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Então decorei a caixa, sempre com meu ajudante por perto. E conforme ia fazendo ia tendo mais ideias. Resolvi fazer um semáforo, já que sempre estamos brincando de “adivinhar as cores” nas situações onde andamos de carro.

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Educação para o trânsito é algo muito importante, essencial, e deve ser ensinado desde muito cedo para que fixe as condutas corretas e seguras. Já a algum tempo só atravesso a rua depois que o Tatá me responde se está seguro ou não. Se vem ou não vem carro. E se atravessamos a faixa de pedestre indico o “homenzinho verde”, dizendo que só assim podemos seguir adiante. No carro, ele percebe e indica quando estamos parados por conta de congestionamento ou por conta do semáforo (sabe o objetivo de cada cor do sinaleiro).

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Mesmo sendo do nosso costume ter a conduta básica do trânsito seguro, uma brincadeira divertida onde os conceitos possam ser passados mais uma vez, jamais será repetitivo e cansativo, afinal o assunto é muito sério.


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Então, por conta de tudo isso, fizemos juntos um semáforo, que foi a maior festa e levou a manhã toda. Ele não deixava eu terminar, queria logo colocar os “cartões” coloridos nos devidos espaços. Essa armação eu fiz com restos de isopor grosso, aproveitei os furos que já tinham, e nosso sinal não ficou redondo, mas quadrado! Tudo bem, o que importa mesmo é a ideia.


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Ele que ficou responsável por trocar as cores do semáforo, e com isso ainda praticou sua coordenação motora em tirar e colocar cada cartão colorido. Claro que perto havia uma faixa de pedestres, e o Popeye e a Olivia precisavam estar bem seguros para atravessar, por isso era necessário muito atenção do baby em escolher entre “parar, esperar e andar”!
  
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A nosso “túnel minhocão” ficou assim depois de pronto. Este eu terminei sozinha, porque o baby estava dormindo. Com isso montei toda a cidade para fazer aquela surpresa ao pequeno.  Criei uma historinha; nossa estrada saía da praia (Florianópolis), passava pelas montanhas (serra), passava por uma estrada de pedras (as cidades interioranas), chegava no Rodoanel (e ali como na vida real é preciso prestar atenção para não errar o caminho) e finalmente entrávamos em São Paulo (para ver os avós). Ah a cidade está representada pelos “prédios numerados”  da foto abaixo  (que é outra brincadeira que fiz com o Tatá). Também tínhamos um posto de gasolina par abastecer da longa viagem.
 
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Mesmo sem semáforo, a passarela anuncia que o pedestre tem preferência, por isso a pequena espanhola pode atravessar sossegada.

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No meio da serra vários bichos deram o ar da graça, aranhas, cavalo, galinha, vaca. E a “mata nativa” foi um ótimo lugar que o baby achou para as aranhas chamarem de lar.

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Quando o Tatá acordou fez aquela deliciosa  cara de ser maravilhado!

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Olhou tudo, todos os detalhes.

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Deu uma volta completa na pista apenas observando e eu não sugeri absolutamente nada, fiquei apenas na expectativa para ver qual seria a primeira interação do pequeno!
 
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Então resolveu começar pelo posto de gasolina, e ali já foi criando o congestionamento do dia! kkkk

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Do posto passou para a estrada de pedra nos arredores das cidades interioranas, e ai eu comecei a classificar os lugares, para que pudéssemos nos comunicar bem na hora da nossa brincadeira em conjunto.

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Achei muito legal ele observar a pequena espanhola. Aproveitei e falei sobre a primeira regra do bom trânsito.

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Para a mamãe o sentido ocorria em uma só direção nas pistas, mas o Tatá resolveu que vários caminhos teriam pistas duplas. Então tá! Entrei no seu ritmo e seguimos na brincadeira. As brincadeiras de uma forma geral são interessantes quando o comando está nas mãos das crianças, sua lógica supera nossas expectativas, e é aí que acontecem muitas colocações interessantíssimas, por isso não vale a pena impor para as crianças regras nas brincadeiras livres ou do faz de conta. 

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Como o Tatá havia brincado bastante com o semáforo quando o fizemos no período da manhã, ele preferiu re-inventar seu sentido.

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E começou a transformá-lo num estacionamento para carros. Ficou ali um tempão, colocando e tirando os automóveis.

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Somente depois que pegou as placas e começou a trocar os sinais.

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O processo da aprendizagem dentro do lúdico está justamente em se divertir sem a preocupação da aquisição pontual dos conhecimentos, por isso, vale o semáforo virar apenas um jogo de encaixe. Inconscientemente os valores estão transitando em seu cérebro. E com certeza na hora necessária eles irão aparecer, por isso, o legal é que o adulto não fique preocupado se os pequenos estão “acertando ou errando”, nada é errado dentro da ludicidade e tudo naturalmente será codificado.
 
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Cada casa uma pista, casa grande pista grande, casa pequena pista pequena. Ou não! Não interessa o tamanho, porque mesmo se tudo isso fosse uma simples tábua de carne no meio da sala (coisa que já fizemos!) a brincadeira se torna rica da mesma forma! Normalmente pego o tenho em casa, sem grandes elaborações, apenas deixando a criatividade tomar conta. E claro estando junto com o baby, para que suas tardes possam ser amorosas e significativas para a construção do seu lado emocional. Isso sim que importa!

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O Rodoanel, esse sim, foi o grande astro da brincadeira, ficamos muito tempo ali curtindo as idas e vindas dos carrinhos deslizando pela ex-boia.

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Certa hora os carros foram parar estacionados dentro do túnel. Foi muito engraçado, porque do nada o baby desejou fazer uma apresentação de música para os carrinhos, e com isso me pediu trilha sonora (que havia esquecido de colocar!), e desta vez o show ficou com a banda http://www.nodorsodorinoceronte.com.br/ que escutamos e cantamos várias vezes.
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E como uma das músicas fala de aranhas, ele foi correndo para as montanhas e “mata nativa” pegar suas pequenas amigas.

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Cantando, e fazendo os bichos dançarem.

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Foi uma tarde bem legal. Lá fora o tempo estava horrível, chovendo e fazendo muito frio, mas dentro de casa o clima era de pura alegria quentinha!

Bom, a casa ficou de lado, nem lembrei das tarefas do dia, mas a educação para um trânsito ideal ocorreu muito bem, por isso digo, porque não mamãe? É tão mais gostoso brincar que se estressar com coisas domésticas né! E já que o tempo passa e as crianças crescem, todo o resto pode esperar!

Recado para o Tatá: Meu amor, eu te ensinei a dizer obrigado quando alguém te oferece alguma coisa, mas jamais esperava vários abraços no meio da brincadeira com deliciosos obrigados no meu ouvido. Assim você deixa sem graça! Te amo muito filho!

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Massinha caseira.

Aderir às massinhas caseiras é uma atividade divertida, saudável, pedagógica, fácil e barato na construção de brinquedos.

A receita é super simples: 1 xícara de sal, 4 xícaras de farinha de trigo, 2 colheres de óleo, 1 colher de vinagre, 1 1/2 xícara de água e corante alimentício de cores variadas.   Mistura tudo e pronto! Mas caso fique grudento é só adicionar mais farinha até chegar no ponto exatamente igual das massinhas industrializadas.

O mais legal é que a própria criança pode prepará-la. Por conta disso o brinquedo ganha outros significados e a brincadeira se torna mais interessante.

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Quando disse ao Tatá que faríamos massinha no decorrer do dia, ele não me deixou em paz até que finalmente eu colocasse tudo na mesa.

 


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Iniciamos com a farinha e aproveitei para pontuar a quantidade dos ingredientes da receita.

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Depois foi a vez do sal, do óleo e vinagre. O Tatá sempre quer despejar o vinagre (ou qualquer líquido) nas colheres, mas ainda não é possível o baby fazer isso sozinho, porque senão todas as receitas iriam desandar!


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Mas o líquido nas xícaras já estão dentro dos seus ganhos de coordenação motora, mesmo sendo pesados para suas pequenas mãozinhas.

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Na hora de amassar sempre rola uma musica de sua autoria e conforme aperta, soca, enrola, fura, vai cantando suas melodias inventadas ali na hora, nem sempre "entendíveis"! (kkkk)

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A clássica brincadeira da massinha está no topo das atividades para desenvolver diferentes habilidades com as mãos, fazer bolinhas, minhoquinhas, carinhas, etc. desenvolve da forma mais lúdica a coordenação, a criatividade, a fantasia, o jogo coletivo, a sociabilidade, dentre tantas outras coisas.


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E todo esse processo já começa na massa, que nem cor tem ainda.

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Depois foi a vez do Tatá colocar sozinho o corante de alimentos. Fizemos 3 bolas para 3 cores que tinha no estoque da cozinha.


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A primeira massa ficou muito grudenta, por isso tive eu mesma que fazer a mistura inicial. Mas depois despejei mais farinha e ele pode continuar a mistura.


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O Tatá desejou colocar mais corante, e achei bem legal, porque com isso mostrou que prefere as cores em tons mais fortes.


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Fizemos uma porção de verde "quase musgo", uma de verde limão e uma porção de preto. Depois de prontas e depois da brincadeira em si, elas podem ser guardadas (em potes fechados) para uso posterior, já que duram bastante!


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Infelizmente perdi algumas fotos onde brincamos juntos fazendo minhoquinhas, letras do seu nome, números, bolinhas, carinhas, estrelas, entre outras coisas. Aliás perdi também a noção da hora. Ficamos praticamente duas horas e meia nos divertindo juntos, porque as possibilidades são enormes, e porque é bom resgatas nossa criança interior junto com nossos filhos.

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Depois de brincar muito na mesa da cozinha o baby transferiu as massinhas para sua mesinha particular, e ali ficou se divertindo tranquilo, enquanto eu dava conta da casa, porque é bom brincar acompanhado, mas também é legal brincar sozinho!


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Tive que ligar para o papai pedindo mais farinha, já que o estoque tinha acabado! A cozinha não virou um caos pelo preparo da massa, mas virou um campo minado de tanta massinha espalhada pelo chão!  O baby ficou o dia todo com a mão toda “manchada” do corante e tive que “catar” massinhas no seu cabelo, mas tudo isso foi insignificante diante do delicioso manusear de um brinquedo tão universal. Então, diante de tudo isso, porque não mamãe?

Recado para o Tatá: Meu amor foi praticamente um dia inteiro com intervalos para sono e lanches. A massinha foi parar no sofá, dentro de panelas, atrás das portas, mas enfim, a mamãe de fato não liga, sabe porque? Por que você vai crescer e eu vou sentir muita saudade de tudo isso! Te amo!

quarta-feira, 10 de julho de 2013

A galáxia - brincadeira temática n. 02.

Dando continuidade para as brincadeiras temáticas e sequencias, fiz com o Tatá a segunda parte da história do universo, onde as galáxias com suas estrelas, cometas, asteroides e planetas foram se formando. ( A primeira parte você pode ver aqui!)

Explicar algo tão lindo e tão complexo foi um desafio, pois tinha que ter movimento, trazendo a ideia espiralada das galáxias!

Então lembrei da minha adolescência quando ia no falecido Play Center e ficava fissurada com uma máquina que espirrava tinta colorida para todos os lados. Mas, como produzir algo semelhante em casa? Só o ventilador vinha na minha mente, e foi com ele que fiz a brincadeira!

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Tirei a tampa protetora, grudei metade de uma garrafa plástica, e depois fixei um pedaço de caixa de papelão. Com tudo bem preso peguei um pedaço de cartolina preta (o universo), fiz o furo necessário, e com durex prendi o papel. Eu precisava de uma caixa de papelão bem grande, que coubesse o ventilador ao ponto de todo o  conjunto ficar dentro dela, mas não tinha algo assim, então ficou uma parte descoberta. A segurança do baby ficou garantida, porque além do ventilador ficar na velocidade mais baixa, a hélice estava bem longe, entretanto  sua roupinha ficou bem lambuzada, mas nada que a máquina de lavar não desse conta!

 

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Eu queria começar com tinta branca, mas não tinha no estoque! Usei a amarela, afinal as fotos das galáxias são sempre muito coloridas!


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Relembrei com o baby o dia que fizemos a brincadeira do nascimento do universo e expliquei que desta vez seria a vez do Tatá ajudar as galáxias surgirem. Disse que elas são pequenos núcleos familiares, assim como tem a família da tia Lucimary e do tio Rogério com seus dois primos (Camila e Gabriel), assim como tem o núcleo da família do tio João e da tia Lucélia e suas duas primas (Gabriela e Isabela), também tem no universo os núcleos das pequenas famílias das galáxias, com seus planetas, sois/estrelas e luas. E era isso o que ele ia fazer aparecer no pedacinho do céu.

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Expliquei que ele precisava espirrar a tinta no local que estava girando, porque tudo no universo tem um movimento e gira (e porque o desenho final daria mesmo essa impressão).


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Nem precisa dizer que o baby entendeu né! E amou! Eu não enchi as bisnagas até o final (não tinha muita tinta em casa!),  e misturei todas com um pouco de água para sair com mais facilidade.

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Cada bisnaga durou em média uns cinco minutos para acabar, porque o Tatá precisava fazer certa força até esvaziar tudo e porque ele jogava e olhava, jogava e olhava (estava realmente curtindo o resultado!).



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Depois foi a vez da bisnaga de purpurina, afinal tem muita “poeira cósmica” nas galáxias, além das brilhantes estrelas.



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As purpurinas foram mais difíceis de sair da bisnaga, com isso o baby teve que aperfeiçoar sua habilidade manual e assim praticar ainda mais sua coordenação.



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Na sequencia usamos o vermelho. Novas cores significavam novos membros da família da galáxia, porque no céu à noite podemos perceber estrelas e planetas com diferentes cores!


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Quando o Tatá terminou a bisnaga vermelha parei o ventilador para mostrar o resultado. Perguntei se ele havia gostado, disse que sim, mas resolveu pegar seu pincel e dar um toque diferente.


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Depois de alguns segundos me pediu para ligar novamente, e assim ele continuou as marcas com o aparelho girando. Não sei o que estava passando na sua mente, mas com certeza era alguma interpretação bem interessante!


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Novamente os brilhos da galáxia, mas agora o baby dominava melhor a maneira de espirrar o conteúdo.


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Chegou a vez do azul. E como ficou linda essa mistura.


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E claro que o Tatá se curtiu muito!


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Confesso que fiquei morrendo de vontade de brincar também, mas seria sacanagem tirar “o doce da mão da criança!”


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Assim que a bisnaga azul terminou disponibilizei um pratinho com mais purpurina e lantejoulas e perguntei para o Tatá o que ele achava que era aquilo, me respondeu que eram “os ateóides”, então foi isso que eles viraram. Mesmo quando não é exatamente aquilo que você tem em mente (para mim seriam os planetas!), mas está dentro do tema, dar razão à criança só ajuda na auto-estima. Aliás, sempre que o Tatá me diz algo coerente, gosto de salientar como ele está com a razão e vejo que ele fica todo feliz com o meu apoio!


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O resultado final do nascimento da nossa galáxia ficou assim! Lindo! Pena que a foto não condiz com a realidade por inteiro! Mas a brincadeira deu conta da proposta sem ser maçante na forma de passar o conteúdo!


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O chão do quintal e as plantas que estavam perto ficaram carimbadas de tinta, o Tatá ficou ensopado, a mamãe está com tinta no tênis até hoje (ficou bonitinho…kkk), mas o baby incorporou de forma lúdica e gostosa o conceito de galáxia! Então… por que não mamãe?

Recado para o Tatá: Meu amor, depois desse dia fizemos mais vezes a brincadeira, tanto para você se divertir, quanto para a mamãe, porque não sou de ferro…kkkk…e foi muito bom relembrar os velhos tempos ao seu lado! Obrigada por me levar ao passado, por me fazer resgatar bons momentos que vivi! Te amo!



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